
A importância de varias os exercícios
Você já se perguntou por que se fala tanto da importância de ter uma alimentação variada? Em um pensamento muito breve, logo se chega à conclusão de que é para contemplar os diversos nutrientes, vitaminas, minerais e aminoácidos essenciais à nossa saúde.
Mas e por que também é importante variar os estímulos físicos, provenientes do sistema
musculoesquelético? Ao variar o tipo de exercício, dificilmente alguém fica muito bom em alguma modalidade. E a ideia é exatamente essa!
Assim como cada alimento tem a sua “tabela nutricional”, cada movimento tem o seu “código
neuronal”, ou seja, o caminho sináptico feito nas diferentes áreas do cérebro durante a programação, execução e autocorreção do movimento.¹ Logo, diferentes padrões de movimento, em diferentes velocidades de contração muscular, com diferentes níveis de dificuldade, como por exemplo o tempo de reação, uma superfície instável ou uma tarefa associada irão exigir do cérebro diferentes arranjos neuronais para dar conta do movimento.
O ser humano é um atleta natural e generalista. Possui uma grande capacidade de movimento,
podendo tanto imitar os animais, como representar belíssimas peças teatrais e até mesmo realizar as proezas da ginástica. Ter uma grande variabilidade alimentar e realizar diferentes padrões de movimento (como quem mora em uma chácara, por exemplo, é um fator de proteção à Síndrome da Fragilidade.² Foi o que encontrou um estudo³ feito no Japão (um país bem homogêneo em termos de população), ao analisar mulheres idosas e acompanhá-las por 2 anos.
Até porque, quem come de tudo, dificilmente passa fome. E quem está com o corpo pronto para o movimento, se adapta mais fácil às dificuldades, dificilmente tem algum “mau jeito” e tende a adoecer menos.
REFERÊNCIAS:
1. Woollacott, MH. Shumway-Cook, A. Controle Motor: Teoria e aplicações práticas, 3ª edição;
2. Wang, Y et al. “Adherence to the mediterranean diet and the risk of frailty in old people: A systematic review and meta-analysis.” J Nutr Health Aging (2018) Vol 22:613-618. doi:10.1007/s12603-018-1020-x;
3. Osuka Y et al.” Exercise and/or dietary varieties and incidence of frailty In community-dwelling older women: a 2-year cohort study”. J Nutr Health Aging (2019) Vol 23(5):425-430. doi: 10.1007/s12603-019-1166-1.
Você já se perguntou por que se fala tanto da importância de ter uma alimentação variada? Em um pensamento muito breve, logo se chega à conclusão de que é para contemplar os diversos nutrientes, vitaminas, minerais e aminoácidos essenciais à nossa saúde.
Mas e por que também é importante variar os estímulos físicos, provenientes do sistema
musculoesquelético? Ao variar o tipo de exercício, dificilmente alguém fica muito bom em alguma modalidade. E a ideia é exatamente essa!
Assim como cada alimento tem a sua “tabela nutricional”, cada movimento tem o seu “código
neuronal”, ou seja, o caminho sináptico feito nas diferentes áreas do cérebro durante a programação, execução e autocorreção do movimento.¹ Logo, diferentes padrões de movimento, em diferentes velocidades de contração muscular, com diferentes níveis de dificuldade, como por exemplo o tempo de reação, uma superfície instável ou uma tarefa associada irão exigir do cérebro diferentes arranjos neuronais para dar conta do movimento.
O ser humano é um atleta natural e generalista. Possui uma grande capacidade de movimento,
podendo tanto imitar os animais, como representar belíssimas peças teatrais e até mesmo realizar as proezas da ginástica. Ter uma grande variabilidade alimentar e realizar diferentes padrões de movimento (como quem mora em uma chácara, por exemplo, é um fator de proteção à Síndrome da Fragilidade.² Foi o que encontrou um estudo³ feito no Japão (um país bem homogêneo em termos de população), ao analisar mulheres idosas e acompanhá-las por 2 anos.
Até porque, quem come de tudo, dificilmente passa fome. E quem está com o corpo pronto para o movimento, se adapta mais fácil às dificuldades, dificilmente tem algum “mau jeito” e tende a adoecer menos.
REFERÊNCIAS:
1. Woollacott, MH. Shumway-Cook, A. Controle Motor: Teoria e aplicações práticas, 3ª edição;
2. Wang, Y et al. “Adherence to the mediterranean diet and the risk of frailty in old people: A systematic review and meta-analysis.” J Nutr Health Aging (2018) Vol 22:613-618. doi:10.1007/s12603-018-1020-x;
3. Osuka Y et al.” Exercise and/or dietary varieties and incidence of frailty In community-dwelling older women: a 2-year cohort study”. J Nutr Health Aging (2019) Vol 23(5):425-430. doi: 10.1007/s12603-019-1166-1.





